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Xica Margarida

29.04.19

Não morri mas estive à beira de falecer

Xica Margarida

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Voltei. Na verdade nunca deixei de cá estar, apenas não escrevi. O que para os meus cinco leitores assíduos é o mesmo que não ter cá estado. Portanto, voltei.

Não morri mas estive à beira de falecer por diversas vezes. Como alguns de vocês sabem, o meu cão, o James anda desde Setembro com problemas num olho. Temos feito de tudo um pouco e, como última esperança (e depois de muitos tratamentos e opiniões) fomos a um especialista no Porto. 

Com todos os problemas do cão, a vista estava a sofrer consequências e era difícil curar. No entanto, tentamos tudo para evitar a operação e até mesmo ele perder o olho. No dia em que achamos que ele estava a melhorar o médico diz que ele tem que ser operado imediatamente sob pena de perder aquele olho. Bem, naquele momento o James ficou bem, eu é que quase que tinha que ficar internada na clínica veterinária. Todos deixaram de tratar do cão para me assistir. Mas recuperei...

Ele lá foi operado e do perigo de ser um James Camões passou para James Frankenstein. Está com um olho retalhado mas o médico diz que ele está melhor do que nunca. Portanto, vamos esperar que agora a coisa cure. E seja de vez. Senão lá terá mesmo que ser James Camões. 

Com tudo isto deixei de escrever. Não tinha vontade. Mas voltei...

16.03.19

O ideal era ganhar o Euromilhões!

Xica Margarida

A ideia surgiu ao ler o post da Gorduchita aqui. Ganhar o Euromilhões e poder dedicar-me inteiramente ao blog. Era das melhores coisas que me podia acontecer agora. Depois de tantos anos afastada do jornalismo redescobri que adoro escrever. Quando era jornalista fazia-o porque era a minha profissão, aquela que escolhi, mas tinha que escrever. Não escrevia sobre o que queria mas sobre o que tinha que ser. Agora escrevo porque quero, do que quero e quando quero. Não é o ideal? Sem dúvida. 

Então quando li o post da Gorduchita pensei: isto podia mesmo acontecer-me. Passava a vida a escrever sobre o que quero. Mas claro que só o facto de ganhar o Euromilhões já constitui uma loucura (até porque não jogo, logo não posso ganhar) imaginem poder passar a vida a fazer o que gosto como profissão.

Há muito poucas pessoas que podem fazer o que gostam como profissão e essas são sortudas. Eu já o fiz quando era jornalista. Agora faço o que posso. Mas fica sempre a esperança de um dia ainda poder voltar a fazer o que realmente gosto. Lá está, se calhar começava a jogar no Euromilhões. Se calhar era uma ideia...

Claro que depois há toda uma série de coisas que se fazia com o prémio do Euromilhões, para além de escrever. Mas o bom de tudo era que podia escrever sobre todas essas coisas que iria fazer. Perfeito, certo? 

09.03.19

Eu caminho e penso, penso, penso...E vocês?

Xica Margarida

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No outro dia enquanto caminhava pensei: isto dava um bom post. Vou fazer um relato de como me preparo, do processo da caminhada e do fim. Para perceberem como isto funciona para mim. Depois quero saber como é com vocês. Seja em caminhada ou em corrida. 

Geralmente caminho de manhã. Quando vou sozinha é que os meus pensamentos são estranhos. Se não atentem.

Saio do carro e marco o relógio, abro a aplicação da Nike Run (mas só caminho, não se enganem que pequena lontra com trezentos quilos não consegue correr ainda), e lá vou eu: 

- Ai isto hoje vai ser fixe. Cinco quilómetros no mínimo.

- Eh pá, mas cinco quilómetros é muito e tenho coisas a fazer e vai demorar.

- Não vai nada demorar. Vais fazer pelo menos os cinco quilómetros ou então uma hora.

- Mas estou cansada hoje. Se calhar abrevio isto.

- Não abrevio nada, é andar e pronto. Vou pensar noutra coisa.

- Eh pá, mas isto custa. Mas depois vou gostar. 

- É isso continua.

- A senhora da Nike nunca mais fala. A cabra deve estar a castigar-me. De carteza que já passou um quilómetro. Pelo menos.

- Vou ver e só passaram 500 metros. É impossível. A gaja não sabe o que diz. 

- Isto hoje vai ser complicado. 

- Se calhar paro já aqui. Já andei um bocadinho.

- Que estúpida. Isto assim mais vale nem vires. 

- Vou continuar. 

- Mas já estou cansada. Doem-me as pernas, os pés, as costas, as ancas, tudo. Na próxima volta paro.

- Ai olha, já fez um quilómetro. Agora é fácil. 

- Não é nada. É uma merda. Ai no que me vim meter.

- Mas os pássaros e a natureza são tão giros.

- Quero lá saber disto. Quero o meu sofá.

- Mas vai saber bem quando terminar. Vá, agora até vou mais depressa. 

- Ai que não posso. Agora é que acabei com tudo. 

E é isto durante o tempo todo em que lá ando. Às vezes consigo o que quero outras vezes não. Mas, regra geral saio de lá contente. Vale sempre a pena caminhar, mas é sempre com muito custo. Quando vou com o meu irmão é muito mais fácil. Vamos sempre na conversa. 

Agora coloquei música no telemóvel e a senhora da Nike (a quem chamo nomes muitas vezes porque não fala mais vezes) fala mas também ouço música. E isso ajuda muito. E claro, tenho que estabelecer metas senão saio de lá na primeira volta. 

Como é com vocês? Também têm estes pensamentos tolos. Ou aquilo é canja. 

Foto retirada do site pixabay.com

 

07.03.19

É fruta, senhores

Xica Margarida

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Laranjas. Hoje vamos falar de laranjas. E de limões, maçãs, vá, fruta em geral. Vá, pensavam que eram só temas eruditos neste blog. Não, meus caros cinco leitores assíduos. Também temos fait divers. Ah pois, que a coisa não pode ser sempre séria.

Então reza assim. Fico admirada, sempre que passo numa horta, ou terreno qualquer, de perceber como é que as pessoas deixam a fruta estragar-se nas árvores. Vejo imensas árvores de fruta carregadinhas e ninguém colhe aquilo. Era caso para dizer que aquela fruta que se estraga nas árvores daria para alimentar muita gente. Mas ninguém a colhe. Faz-me espécie, não percebo. 

Conheço uma terra onde o município plantou árvores de fruta pelas ruas da vila. A fruta é colhida e serve para alimentar os idosos do lar e as crianças dos jardins de infância. Também qualquer munícipe é livre de colher a fruta. Digam lá se não é bonito. Agora ter árvores cheias de laranjas e deixarem-nas estragar. Olhem digam que eu, o meu pai e a minha mãe vamos lá e damos conta disso tudo. Lá em casa dos meus pais eram dois dias para aviar um cesto de fruta. Por isso, se quiserem alguém para colher os frutos das árvores avisem. Temos candidatos. Estragar é que não. 

Imagem retirada do site pixabay.com

03.03.19

House of Cards - Mataram o Frank e tenho saudades dele

Xica Margarida

Comecei a ver a série House of Cards e adorei. Apesar das personagens principais fazerem das tripas coração para atingirem o poder, a verdade é que eu torcia sempre por eles. Estranho mas era assim. O Francis Underwood era terrível, mas havia ali qualquer coisa que me levava a torcer por ele. Pronto, era estranho, mas era assim. 

As pressões, os estratagemas, os malabarismos do sistema político americano eram ali tão bem retratados que até assusta. Caso para dizer que deixa de ser política. Deixa de ser interesse nacional e passa a ser interesse de uns quantos e dos priveligiados. Os podres, as chantagens, os benefícios... Fenomenal. Fiquei viciada na série. Até ao dia em que a Claire (mulher do Francis) diz que ele morreu. Esquece lá isso. Espetaram-me uma faca. Impossível! O Frank não morre, disse eu. Mataram-no. 

Eu já sabia que, por causa dos escândalos sexuais, a Netflix tinha tirado o kevin Spacey da série e estava curiosa para perceber como seria o House of Cards sem ele. A verdade é que, para mim, a série deixou de ter piada. Mataram o Frank e a série morreu com ele. Sempre gostei do Kevin Spacey, sempre admirei o seu trabalho como ator. Por isso, ver a série com ele e depois sem ele fez uma enorme diferença. Cheguei mesmo a ficar revoltada. Mataram o Frank. Eh pá, sei que ele provavelmente fez mal às pessoas e tal, mas ali o que estava em questão era o trabalho dele. Não o estou a defender, mas pronto, sinto a falta dele na série. Gostei muito da série, mas sem ele não tem a mesma piada. E acho que os produtores fizeram bem em não continuar muito tempo sem ele. 

Agora tenho que escolher outra série. Fiquei orfã de série...

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Imagem retirada do site observador.pt

 

01.03.19

Frascos de mel - esse flagelo da sociedade

Xica Margarida

Se há coisa que me enerva são os frascos de mel. Há dois problemas graves nos frascos de mel. Haveria três, mas um deles eu já superei que era o facto de eu detestar mel. Agora já consigo suportar, mas sempre misturado com alguma coisa. Como sou pessoa que não gosta de coisas azedas tive que optar pelo mel para adoçar os iogurtes naturais que como ao pequeno almoço. Portanto, fiquei apenas com dois problemas graves nos frascos de mel.

O primeiro: o frasco de mel fica sempre nojento. Pegajoso, com mau aspecto, mel a escorrer por todo o lado. Geralmente obriga a uma limpeza sempre que se usa senão é ver tudo por onde o frasco de mel passa a ficar nojento. Enerva-me esta cena. Já sei que me vão dizer que há frascos onde se deita por uma coisita que não escorre mas, meus amigos, escorre à mesma. Fica nojento e pegajoso à mesma. Enervante.

Como se não bastasse isso passado um tempo de aberto o mel começa a ficar sólido. Como dizer, perde a liquidez. Vá, sei lá, fica ainda mais nojento. 

Pronto, era só isto. Se alguém tiver alguma sugestão ia adorar saber.

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Imagem retirada de pixabay.com

 

27.02.19

Uma boa empresa faz um bom funcionário

Xica Margarida

Quanto mais escrevo e penso sobre as empresas e as relações dos patrões com os funcionários mais chego à conclusão que a ideia principal é esmifrar ao máximo os funcionários. O pensamento dos patrões é o seguinte: como é que podemos tirar o máximo partido desta pessoa? É um bom pensamento, não me interpretem mal. Considero que as pessoas devem mostrar as suas capacidades ao máximo. Mas daí a que os patrões pensem que as pessoas têm que deixar de ser elas próprias para passarem a ser servas e escravas das empresas vai um longo caminho. 

Tenho assistido a muitas situações do género. Em que as pessoas são um número, um objeto que apenas serve para cumprir. E no final do mês o que é que as empresas fazem? Se pudessemos não pagar este extra melhor ainda. Esta pessoa está a ser pouco produtiva. Os patrões medem as pessoas pela sua produtividade. Isso numa fábrica onde se tem que fazer canecas e atingir um limite diário é aceitável. Nas outras empresas é preciso ajustar. Os estratagemas são tantos que os funcionários acabam por desacreditar as promessas que lhe foram feitas.

Casos mais específicos. O primeiro desrespeito que os patrões têm para com os funcionários tem a ver com os horários. A velha conversa. É também para seu benefício. Se a empresa crescer você também cresce. Não sou eu que estou a exigir que fique mais tempo, é o cliente. É preciso atender o cliente. E os funcionários lá fazem o jeito. Horas extraordinárias. Esquece lá isso. Ah, preciso sair mais cedo hoje, diz o funcionário. O patrão responde: vai ser descontado. Então e as horas que dei a mais. Não há cá horas a mais.

Depois as promessas salariais e os extras que deveriam ser pagos e não são. Tipo as contas não são feitas assim. Todos os euritos que se puder tirar ao funcionário melhor. Ele já recebe muito, por isso, esquece lá os extras (brincadeirinha). 

Mais grave de tudo são as ameaças que o contrato não se renova ou que ninguém é insubstituível. 

Enquanto tudo isto acontece o bom funcionário começa a pensar que assim não vale a pena. A empresa coloca todos os funcionários no mesmo saco e trata todos pela mesma medida. E esquece a máxima mais importante: uma boa empresa faz um bom funcionário e vice-versa. O que eu acho que os patrões se esquecem, no meio disto tudo, é que uma empresa sem bons funcionários e funcionários motivados não é nada. Basta ver que as empresas com mais sucesso são aquelas que têm os funcionários mais felizes e motivados. 

O problema é que ainda há uma grande fatia de empresários que não pensa assim. A verdade é que dar boas condições aos funcionários e mantê-los satisfeitos não custa muito. Às vezes, basta entrar na empresa e dizer bom dia. Às vezes basta dizer: acredito no seu trabalho, ou, fazer um qualquer elogio. Já nem falo em incentivos monetários.

A verdade é que também sei que ter funcionários capazes e à altura não é fácil. Mas eles existem. E se existem é preciso estimá-los, acarinhá-los, defendê-los, motivá-los e tirar deles o seu melhor para que esse seja também o melhor da empresa. 

Como já aqui disse não tenho nenhuma formação em Recursos Humanos. Tudo o que escrevo advém das minhas experiências laborais. E isso também é muito importante. 

 

P.S. Já sei que vão aparecer virgens ofendidas a defender os patrões e acho bem que o façam. Como em tudo há bons e maus patrões. Há os que são como descrevi e os que são o oposto. E também há bons e maus funcionários. Mas para as empresas há sempre uma solução: ser boa para os funcionários bons e para os maus há sempre a porta de saída. Um mau funcionário aparece nos primeiros meses de trabalho, por isso, é fácil para a empresa não o manter. Já para um funcionário sair de uma má empresa não é assim tão fácil...

25.02.19

Pronto, já perdi 7 quilos!

Xica Margarida

Desta vez o update da dieta é favorável. Já lá vão 7 quilos. Portanto, faltam 13 para a minha meta. Isto visto de outra perspectiva, já perdi quase 1/3 do peso que queria. Significa que estou bem encaminhada para a meta dos 20 quilos. 

A verdade é que esta caminhada começou em Novembro, quando recomecei a escrever no blog mas ainda não estava preparada para a divulgar. Quis ver como corria primeiro. E, claro, com o Natal e festas e tal a coisa não correu lá muito bem. Por isso, esperei pelo início do ano para falar no assunto. Assim, sabia que estava mesmo empenhada. 

Neste processo todo, para mim o mais importante tem sido perceber o que vou começando a gostar e sei que se comer coisas sem sabor não vou muito longe. Por isso, esforço-me por fazer refeições mais saudáveis mas que tenham sabor aos montes. Ou seja, faço molhos mas incluo sempre legumes em tudo. Quando falo em molhos são os molhos naturais dos legumes. Ou seja, raramente como cozidos. Não me sabem a grande coisa. Mesmo os legumes optei quase sempre por assar. Ah, e é verdade: tirei quase de vez o pão. Raramente o como. E isso foi muito importante. Na verdade, ultimamente só comia pão escuro, mas mesmo assim fazia a diferença.  

Outra vantagem muito grande para mim é que basta começar a mexer-me mais um bocadinho que isto vai lá. Ou seja, não preciso de ser rato de ginásio para conseguir bons resultados. Praticamente só tenho feito caminhadas e não a quantidade que quero mas mesmo assim já dá uma vantagem. E engraçado é que todos os dias acordo a pensar que tenho que ir caminhar. Mas ainda não passei muito à ação. Vou mas não as vezes que quero ir. Ainda assim, tenho ido sempre passear o cão e isso já dá para desmoer um bocadito. 

Pronto, era isto. Agora é ver se continuo para um dia destes poder ir comprar roupa nova. Ah isso era tão fixe. 

12.02.19

A data de nascimento

Xica Margarida

Não é a minha. É a do blog. A verdade é que me apercebi estes dias que o blog já tem alguns anos. Sempre gostei de escrever e, por isso, sempre fui fazendo algumas coisas por aqui, mas nada muito regular nem nada muito sério. (Aliás, seriedade é coisa que falta muito por aqui, mas pronto, agora já sou mais regular e já levo isto com mais afinco). 

Por isso, decidi marcar a data de nascimento deste blog (sim, eu tenho poderes para decidir sobre a data de nascimento do meu blog apesar de ele já ter nascido há mais tempo, mas pronto, deixem-me) no dia 23 de outubro de 2018. Dia em que escrevi este post e dia em que decidi começar a levar isto a sério (lá está a tal palavra, ou seja, com mais regularidade). 

Portanto, no dia 23 de outubro de 2019 este pequeno espaço de coisas pouco sérias e muita palermice irá fazer um ano. Até lá espero a vossa companhia. Ou não, como queiram. Mas era giro. 

Euzinha

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